Harry Potter e a Pedra Filosofal é o primeiro livro da série
criada pela escritora britânica, J.K Queen
Rowling . Ao todo são sete livros, hoje muito valorizados chegando a ficar em
segundo lugar como Melhor Saga, perdendo apenas para O Senhor dos Anéis,
escrito pelo Tolkien. De todas as obras, a Pedra Filosofal é de toda a mais
importante, além de ser o começo de uma era também foi o começo de amizades e
inspiração para outros artistas – tanto escritores como músicos, pintores etc.
E uma pesquisa feita mostra de mais de 90% dos considerados leitores hoje em
dia, se interessaram pela leitura por causa da saga – como eu.
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A história começa em uma cidadezinha no condado de Surrey
chamada Little Whinging, localizada na Rua dos Alfeneiros, número quatro onde
viviam os Durleys. Os Durleys são uma típica família britânica e sempre viveram
no padrão da vizinhança. E o mais importante: são os únicos parentes vivos do
Harry Potter. Composta por sua tia Petúnia – irmã de sua mãe -, seu tio Valter e
seu primo idiota Duda. Enfim,
tudo tinha realmente acontecido há dez anos, quando um poderoso Bruxo das
Trevas matou seu pai e sua mãe, Lilian e Tiago, com uma das Maldições Imperdoáveis.
“Aproveitando o momento” Voldemort lançou o feitiço contra o filho dos Potter,
que era um bebê, e tudo aconteceu muito rápido. O feitiço não funcionou contra o
Harry, mas deixou uma cicatriz em sua testa; uma cicatriz em forma de raio. E Voldemort?
Ninguém sabia. Uns diziam que ele tinha morrido, outros que ainda estava
vivo...
Dez anos tinham de passados desde que Harry foi deixado na
porta dos Durleys, pelo Professor Dumbledore. Dez anos de puro isolamento e
tristeza. Seu “quarto” – se é que posso chamá-lo de quarto – era no armário de
baixo da escada e era tratado feito um lixo, uma sujeira no tapete que o
próprio tinha de limpar. Nunca foi visto com bons olhos pelos Durleys, e não
era pelos seus cabelos que teimavam em ficar bagunçados, a miopia, a magreza ou
a cicatriz em forma de raio na testa, era por causa do que ele poderia ser. Ele
poderia ser um deles. Seus poderes –
como de todos os bruxos – apareceram entre os sete ou oito anos de idade,
passando despercebidos pelo garoto. Como quando seus tios cortarem seu cabelo –
deixando ele de uma forma ridícula – e no outro dia eles simplesmente estava
normal. Grande e bagunçado.
Quando faltava pouco para completar seus 11 anos de idade,
uma carta endereçada para ele chegou. Sem nem poder abrir a carta seu tio
arranco-a de sua mão. O tio tinha ficado nervoso. E desde então as cartas
vinham de todos os jeitos; sozinhas, em lote, pela chaminé, pela janela... E
mesmo assim, Harry não conseguiu pegar nenhuma delas. E então sua porta é
derrubada – literalmente derrubada – e um “homem” gigantesco entra, faz um
rabinho de porco no traseiro de seu primo, lhe da um bolo de aniversário e conta
algo que vai mudar a sua vida: “Harry, você é um bruxo!”. (É daí que vem o
apelido “Hagrid” para aquele (a) seu (sua) amigo (a) que tem uma juba de leão
no lugar do cabelo.)
E é então que o mundo mágico é apresentado a Harry – e a nós,
é claro -, Hagrid, o Guarda-Caça da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, o ajuda a comprar seus materiais e lhe conta
mais sobre o mundo mágico. Ao decorrer da história, Harry conhece Rony Weasley
e Hermione Granger dentro do Expresso de Hogwarts. Rony tinha cabelos ruivos,
olhos verdes e era visivelmente pobre. Tinha mais seis irmãos e sua família
apesar de ser puro-sangue – onde todos são bruxos – é vista como traidores de
sangue, por gostarem de trouxas – os que não são bruxos. Hermione Granger tinha
cabelos cheios – como falei antes, ela tinha cabelo estilo “Hagrid” –, super
inteligente e vinha de uma linhagem de trouxas.
Como o titulo mostra, a trama central é a Pedra Filosofal.
Quem a obter viverá eternamente e como alguns dizem: “Transforma qualquer metal
em outro”. Voldemort, ou o Voce-Sabe-Quem necessita muito da pedra, para se
fortalecer, já que não passava de um espírito vagando pela terra... Dentro
disso tudo, a vida de Harry foi apenas melhorando; tinha feito amigos, era
apanhador do time de Quadribol da Grifinória – a casa a qual pertencia -,
ganhara um inimigo e o professor de poções o odiava. Tirando os dois últimos
itens, tudo estava bem (Essas três
palavras me deixam chorosa!).
A pedra, como era de se esperar, estava muito bem guardada
em Hogwarts – por um cachorro enorme de três cabeças, com dentes super afiados
e que poderia matar qualquer um só uma pata chamado Fofo e claro, cheio de
magias. Jovens, porem sábios – admito, culpa do Hagrid! – os três, Harry, Rony
e Hermione descobrem que O-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado estava atrás da pedra e
decidem querer salva-la. Harry Potter e a Pedra Filosofal trás coisas muito
importantes como; a amizade, bravura, magia, força, garra, trabalho em equipe,
pois sem Rony e Hermione Harry nunca conseguiria obter a pedra.
J.K Rowling abriu portas para uma nova era. E o menino sem
infância, fez minha infância valer apena. (Foi
muito sentimental e dramática essa parte, mas eu não me agüentei!!)

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