21 de abr. de 2014

#1 Resenha: Harry Potter e a Pedra Filosofal

Harry Potter e a Pedra Filosofal é o primeiro livro da série criada pela escritora britânica, J.K Queen Rowling . Ao todo são sete livros, hoje muito valorizados chegando a ficar em segundo lugar como Melhor Saga, perdendo apenas para O Senhor dos Anéis, escrito pelo Tolkien. De todas as obras, a Pedra Filosofal é de toda a mais importante, além de ser o começo de uma era também foi o começo de amizades e inspiração para outros artistas – tanto escritores como músicos, pintores etc. E uma pesquisa feita mostra de mais de 90% dos considerados leitores hoje em dia, se interessaram pela leitura por causa da saga – como eu.

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A história começa em uma cidadezinha no condado de Surrey chamada Little Whinging, localizada na Rua dos Alfeneiros, número quatro onde viviam os Durleys. Os Durleys são uma típica família britânica e sempre viveram no padrão da vizinhança. E o mais importante: são os únicos parentes vivos do Harry Potter. Composta por sua tia Petúnia – irmã de sua mãe -, seu tio Valter e seu primo idiota Duda. Enfim, tudo tinha realmente acontecido há dez anos, quando um poderoso Bruxo das Trevas matou seu pai e sua mãe, Lilian e Tiago, com uma das Maldições Imperdoáveis. “Aproveitando o momento” Voldemort lançou o feitiço contra o filho dos Potter, que era um bebê, e tudo aconteceu muito rápido. O feitiço não funcionou contra o Harry, mas deixou uma cicatriz em sua testa; uma cicatriz em forma de raio. E Voldemort? Ninguém sabia. Uns diziam que ele tinha morrido, outros que ainda estava vivo...      
   
Dez anos tinham de passados desde que Harry foi deixado na porta dos Durleys, pelo Professor Dumbledore. Dez anos de puro isolamento e tristeza. Seu “quarto” – se é que posso chamá-lo de quarto – era no armário de baixo da escada e era tratado feito um lixo, uma sujeira no tapete que o próprio tinha de limpar. Nunca foi visto com bons olhos pelos Durleys, e não era pelos seus cabelos que teimavam em ficar bagunçados, a miopia, a magreza ou a cicatriz em forma de raio na testa, era por causa do que ele poderia ser. Ele poderia ser um deles. Seus poderes – como de todos os bruxos – apareceram entre os sete ou oito anos de idade, passando despercebidos pelo garoto. Como quando seus tios cortarem seu cabelo – deixando ele de uma forma ridícula – e no outro dia eles simplesmente estava normal. Grande e bagunçado.

Quando faltava pouco para completar seus 11 anos de idade, uma carta endereçada para ele chegou. Sem nem poder abrir a carta seu tio arranco-a de sua mão. O tio tinha ficado nervoso. E desde então as cartas vinham de todos os jeitos; sozinhas, em lote, pela chaminé, pela janela... E mesmo assim, Harry não conseguiu pegar nenhuma delas. E então sua porta é derrubada – literalmente derrubada – e um “homem” gigantesco entra, faz um rabinho de porco no traseiro de seu primo, lhe da um bolo de aniversário e conta algo que vai mudar a sua vida: “Harry, você é um bruxo!”. (É daí que vem o apelido “Hagrid” para aquele (a) seu (sua) amigo (a) que tem uma juba de leão no lugar do cabelo.)

E é então que o mundo mágico é apresentado a Harry – e a nós, é claro -, Hagrid, o Guarda-Caça da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts,  o ajuda a comprar seus materiais e lhe conta mais sobre o mundo mágico. Ao decorrer da história, Harry conhece Rony Weasley e Hermione Granger dentro do Expresso de Hogwarts. Rony tinha cabelos ruivos, olhos verdes e era visivelmente pobre. Tinha mais seis irmãos e sua família apesar de ser puro-sangue – onde todos são bruxos – é vista como traidores de sangue, por gostarem de trouxas – os que não são bruxos. Hermione Granger tinha cabelos cheios – como falei antes, ela tinha cabelo estilo “Hagrid” –, super inteligente e vinha de uma linhagem de trouxas.

Como o titulo mostra, a trama central é a Pedra Filosofal. Quem a obter viverá eternamente e como alguns dizem: “Transforma qualquer metal em outro”. Voldemort, ou o Voce-Sabe-Quem necessita muito da pedra, para se fortalecer, já que não passava de um espírito vagando pela terra... Dentro disso tudo, a vida de Harry foi apenas melhorando; tinha feito amigos, era apanhador do time de Quadribol da Grifinória – a casa a qual pertencia -, ganhara um inimigo e o professor de poções o odiava. Tirando os dois últimos itens, tudo estava bem (Essas três palavras me deixam chorosa!).

A pedra, como era de se esperar, estava muito bem guardada em Hogwarts – por um cachorro enorme de três cabeças, com dentes super afiados e que poderia matar qualquer um só uma pata chamado Fofo e claro, cheio de magias. Jovens, porem sábios – admito, culpa do Hagrid! – os três, Harry, Rony e Hermione descobrem que O-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado estava atrás da pedra e decidem querer salva-la. Harry Potter e a Pedra Filosofal trás coisas muito importantes como; a amizade, bravura, magia, força, garra, trabalho em equipe, pois sem Rony e Hermione Harry nunca conseguiria obter a pedra.   

J.K Rowling abriu portas para uma nova era. E o menino sem infância, fez minha infância valer apena. (Foi muito sentimental e dramática essa parte, mas eu não me agüentei!!



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