Se estivéssemos em meados de 2007, você provavelmente pensaria: Arctic-who? Mas como a maioria das boas bandas, Arctic Monkeys teve a sua explosão no Brasil. E é uma pena que eu não goste tanto assim do álbum que fizeram eles fazerem sucesso aqui.
Se você não é "ligado" no mundo da música, você provavelmente deve ter o mesmo pensamento "Arctic-who?". Então vamos começar do começo...
Arctic Monkeys veio lá dos subúrbios da Inglaterra (um lugar tão pequeno, mas que tem talento transbordando) de Indie Rock (ou Rock Alternativo, como quiserem) formada em 2002, pelo querido vocalista/guitarrista Alex Turner, Matt Helders na batera, Jamie Cook que também é guitarrista e pelo Nick O'Malley que é o baixista.
Os quatro integrantes se conheceram na escola, e o nome da banda teve uma ajudinha do pai do Matt, qual tinha uma banda com esse nome (Arctic Monkeys). E como viu que o seu filho tinha uma puta de uma banda, resolveu deixar eles usarem o nome.
A banda inicialmente começou a fazer sucesso, com uma rede social que hoje está criando teias de aranha junto com o Orkut: o MySpace. E não foi eles que criaram o MySpace da banda, foi uma fã. Imagina, eles começaram a fazer sucesso e os próprios nem sabiam.
Então eles lançaram o seu primeiro álbum, Whatever People Say I Am, That's What I'm Not em 2006.
E lá vamos para o Favourite Worst Nightmare, segundo álbum da banda lançado em 2007. O álbum vendeu mais de 225.000 cópias em sua primeira semana de estreia, e foi nomeado para o Mercury Prize 2007. E a banda também recebeu o prêmio de Melhor Álbum Britânico e Melhor Grupo Britânico, no Brit Awards 2008. E nos Estados Unidos o disco vendeu 44 mil cópias na primeira semana, mais que o álbum anterior, Whatever People Say I Am, That's What I'm Not. Ele segue a mesma linha do primeiro álbum só que com um som mais forte e pisou em cima daquela história de que o segundo álbum é sempre horrível. E o clipe Fluorescent Adolescent chamou a atenção de todos, claro, não é muito comum ver um clipe onde vários palhaços estão brigando, certo? Oque não me agradou nem um pouquinho, pois morro de medo de palhaços. E assim eles foram ficando mais famosos.
E para a felicidade de todos em 2009 eles lançaram o seu terceiro álbum, Humbug, o qual deixou os fãs totalmente surpresos com o novo visual deles. Nada demais para mim, olhando agora. O álbum tem várias referencias literárias, musical que me deixa muito confusa. E o mesmo foi produzido pelo Josh Homme, o fundador da banda Queens of the Stone Age. Na sua primeira semana, o álbum chegou a vender 96 mil cópias no Reino Unido. Mundialmente, vendeu 191 mil cópias.
Em 2011 a banda lançou seu quarto álbum, Suck It and See. E se você pensou que eles seriam cabeludos pelo resto da vida, estão muito enganados. No clipe Suck It and See, dá para ver claramente a mudança da banda (tanto no visual, como na linha dos primeiros álbuns) e teve várias influencias dos filmes de Marlon Brando. E uma das polemicas desse álbum é que o nome nos Estados Unidos, foi coberto com uma etiqueta em alguns supermercados. E em algumas entrevistas o Matt explicou que "Suck It And See" ("chupe e veja") não tem nenhum tipo de malicia e que ela trata de uma expressão britânica que significa "tentar algo novo".
E então chegamos ao último álbum da banda, AM, lançado em Setembro de 2013. O álbum que fez a banda explodir em todos os lugares. Principalmente aqui no Brasil. E nesse álbum vemos a tal mudança que Suck It and See estava começando. O estilo da banda mudou em vários sentidos, principalmente no estilo da música, oque não agradou muitas pessoas... O álbum estreou em primeiro lugar nas paradas de sucesso do Reino Unido, vendendo 157 mil cópias em sua primeira semana. Este foi o quinto disco do Arctic Monkeys a ocupar o primeiro lugar dos mais vendidos na Inglaterra. O AM também estreou em sexto lugar nas paradas dos Estados Unidos, com mais de 42 mil unidades comercializadas naquele país em sua primeira semana de vendas. E também ganharam o Brit Awards como Disco do Ano. Apesar de não ser o meu álbum favorito deles, eu tenho de concordar com a critica do Tim Jonze, do jornal The Guardian, que diz: "consegue se conectar com as diferentes direções – os riffs musculares de Humbug e o ardoso pop de Suck It and See – com a energia eriçada e senso de diversão que impulsionou seus primeiros trabalhos". Eu costumo falar que esse ano foi o ano que o Alex Turner começou a ficar mais idiota, mas... E em uma entrevista o Alex afirmou que esse disco foi o único que conseguiu seguir a ideia inicial deles.
Uma curiosidade que eu considero muito legal é: que eles gravaram um CD e destribuiram nos shows, pois eles não achavam que as pessoas deveriam comprar um CD de uma banda que não conheciam.
E eles vem para o Brasil ainda nesse ano, em Novembro. o//
Espero que tenham gostado, eu adorei escrever sobre esse assunto. É o meu primeiro post falando de uma banda desse jeito.
*todas as informações foram retiradas do Google, em sites como: Wikipédia*

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